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A evolução dos dispositivos de armazenamento

A necessidade de armazenar dados gerados através de sistemas informatizados ou não sempre existiu. Quando nossos antepassados escreviam nas pedras informações para que depois pudessem relembrar ou revisar determinada informação já demonstrava com clareza essa necessidade. Portanto essa necessidade não é recente. O que evoluiu foram os dispositivos que armazenam esses dados. Se nossos antepassados utilizavam carvão para escrever em uma pedra, ou algo parecido, hoje temos inúmeras possibilidades de armazenar dados. Desde a pena e o papiro (folha de couro para escrever e/ou pintar, feita de tiras cortadas) método utilizado pelos antigos Egípcios até a forma mais atualizada de armazenamento, dentre elas o armazenamento em nuvem, decorrera12705657_571550513020141_6858947577653294260_nm-se em torno de 4.000 anos. Mas a evolução nunca foi tão grande quanto nos últimos 50 anos. A empresa conhecida mundialmente hoje como IBM foi uma das pioneiras nessa arte. Com denominação diferente (Computing Tabulation Recording Company) resultado da fundição de outras duas empresas Norte Americanas, desenvolveram um sistema para computação e armazenamento de dados do recenseamento dos EUA, no final do século XIX, que consistia na utilização de cartões perfurados para a realização do armazenamento.

Com o surgimento do computador pessoal na década de 70 a mídia de armazenamento potente da época eram os disquetes, que muitas pessoas com 20 anos hoje nem chegaram a utilizar. O tamanho físico dos dispositivos foi diminuindo e a capacidade de armazenamento aumentando. Chegou a era do CD-ROMpen drive (acho que dessa parte da história todos aqui lembram) e então a Nuvem. Isso mesmo, a Nuvem.

Apesar de ainda não ser muito comum e muitas pessoas ainda não saber o que significa armazenamento, ou computação na nuvem (Cloud Computing) ela está muito presente no nosso dia a dia. Se você utiliza internet você está constantemente tendo essa experiência. Na verdade a analogia com a nuvem se deve ao fato de que a internet como um todo é considerado a nuvem. Você está lendo esse artigo que escrevi sem saber onde ele está armazenado, e não, ele não está aqui no meu computador. Nem eu mesmo sei onde ele está armazenado. A única coisa que sei é que estou utilizando um serviço prestado por uma empresa que tem infraestrutura (equipamentos), política de privacidade (segurança dos meus dados) e outros itens que desconsidero no momento para que eu possa escrever esse artigo e disponibilizá-lo na nuvem, para quem quiser ler.

Se na sua empresa você utiliza aplicativos de escritório para desempenhar tarefas administrativas como o Office, saiba que esse serviço também está disponível na nuvem. Existem inúmeras empresas que prestam esse serviço, citarei como exemplo aqui o Google Docs, que são ferramentas similares aos aplicativos que você instala em seus computadores aí de seu escritório, e você poderá acessar de qualquer lugar e computador que tenha internet, claro que com suas credenciais. Vou citar aqui alguns aplicativos que você pode utilizar sem necessidade de instalação e manutenção no seu computador: agendas, editor de texto, editor de planilhas, editor de imagens, editor de formulários para pesquisa e análise de dados, entre outros inúmeros recursos. Talvez essa disponibilidade de recursos sem a necessidade de instalação em computadores e muito menos manutenção técnica seja, na minha opinião, uma das maiores vantagens. Um bom treinamento para uso dessas ferramentas com certeza trará ainda mais produtividade para sua empresa. É muito importante a atualização, visto que a evolução está sendo exponencial (muito rápida).

Protegendo seus eletrônicos contra a instabilidade na energia

No verão o consumo de energia aumenta significativamente, além de ser uma época mais passível de fenômenos da natureza, como descargas elétricas (raios e trovões). Isso pode causar grande instabilidade na rede elétrica, como queda e picos de energia. Veja como podemos proteger nossos equipamentos eletrônicos dessas instabilidades da rede elétrica, que podem causar danos irreparáveis.

Proteja sempre seus equipamentos

O prejuízo quando se perde algum equipamento eletrônico está longe de ser somente um problema doméstico. Empresas que possuem seus processos automatizados também podem sofrer tais danos, o que pode causar, além de prejuízos financeiros, problema na prestação de serviço que dependem dos equipamentos afetados, acarretando na perda de qualidade dos mesmos.

Imagine que você ache desnecessário o investimento em proteção dos seus equipamentos na rede elétrica e que um dia pode ser afetado por um pico de energia, do qual você não tem controle, e perder o trabalho de muitos anos, e ainda não poder atender a um prazo dado a um cliente pois o HD do seu notebook foi danificado. Nesse momento o custo benefício para adquirir esses equipamentos de proteção se justifica.

Outra situação é quando você depende de um serviço, por exemplo um hospital. Caso o sistema de informação que controla prontuários e boletins não tenha a segurança de que seus dados não serão corrompidos devido a uma queda de energia, provavelmente não há confiabilidade de sua parte referente a informação referente aos pacientes. Isso pode determinar o correto tratamento de um paciente e a sua consequente recuperação.

 

Como fazer para proteger meus equipamentos?

São várias as formas para proteger seus equipamentos eletrônicos. Para usuários domésticos e até pequenas empresas equipamentos de proteção mais utilizados são: nobreaks, filtros de linha e estabilizadores de tensão. Para empresas do geral, devido ao custo benefício que é importante ser analisado antes adquirir, existe ainda os geradores de energia. Abaixo vamos diferenciar tais equipamentos:

  • Estabilizadores de tensão: conhecidos simplesmente como estabilizadores, foram46688 muito utilizados entre 1990 e 2000. Prometem não deixar que picos alta ou baixa tensão na rede de energia afetem os equipamentos ligados a ele, regulando essa tensão. Porém para se construir um estabilizador eficiente é necessário alta tecnologia, o que gera um custo bastante alto. Os que normalmente são vendidos na maioria das lojas de informática (em geral com valor entre R$ 60 e R$ 80) atrapalham mais do que ajudam, pois além de não estabilizar como prometido simplesmente funcionam como um fusível que queimará caso aconteça uma instabilidade muito brusca.
  • Filtros de linha: surgiram para substituir os estabilizadores, portanto prometem o filtro de linhamesmo tipo de proteção. Porém um bom filtro de linha normalmente tem custo acima de R$ 100 pela necessidade de alta tecnologia para que o mesmo seja eficiente. Os filtros de linha muito baratos na maioria das vezes também funcionam somente como um fusível que, assim como no estabilizador, simplesmente queimará quando uma instabilidade brusca na rede aconteça.
  • Nobreak: possuem uma bateria interna que possibilitam que o equipamento fique funcionando por algum tempo, dependendo da capacidade de nobreak-620pxautonomia da bateria do nobreak. Esse tempo é importante pois a tarefa que estava
    sendo desenvolvida poderá ser interrompida com segurança, e o equipamento poderá ser desligado
    corretamente. Isso é muito importante, por exemplo quando você está gerando aquele relatório extenso, que deu bastante trabalho para montá-lo, ou ainda para
    não perder aquele documento que é fruto de horas de trabalho do seu dia. É um equipamento de proteção básico para Data Centers, pois uma instabilidade da rede elétrica poderá comprometer dados vitais de uma empresa. Existem nobreaks pequenos, em consequência com baterias pequenas e com pouca autonomia. Mas existe também nobreaks de centenas de quilos que poderá ter uma bateria com grande capacidade de autonomia, dependendo dos equipamentos ligados à ele.
  • Geradores de energia: ao serem acionados os geradores podem levar alguns grupo-gerador-de-energia-1250-kva-vendo-alugo-14431-MLB3382453214_112012-Fsegundos e até minutos para começar a gerar energia, portanto é altamente
    recomendado a combinação de geradores com
    nobreaks para que a proteção dos equipamentos e dados de sua empresa esteja completo. Dessa forma, caso aconteça uma queda de energia os nobreaks irão permitir que seus equipamentos fiquem funcionando por algum tempo até que os geradores garantam o fornecimento de energia novamente na rede.
  • Fonte de alimentação (Computadores): nos desktops (computadores de mesa) umafonte-corsair-cx-750w boa fonte de energia, com certificação 80 Plus, garantirá mais confiabilidade em
    casos de instabilidade da rede elétrica. Atualmente existem fontes que fazem o papel dos estabilizadores e filtro de linha, regulando a tensão. Essas fontes também tem consumo baixo de energia elétrica, o que pode ser agradável ao bolso.

Ficou com mais alguma dúvida? Entre em contato conosco. Quer contribuir com um comentário? Fique à vontade.

 

 

 

 

A tecnologia e o empreendedorismo

As grandes empresas do ramo da tecnologia criam ou se antecipam à tendências tecnológicas. Abaixo o diretor geral da Dell Brasil, Raymundo Peixoto, escreve no site Endeavor do Brasil sua perspectiva para o futuro e como a empresa está presente incentivando o empreendedorismo. Vejamos:

tec_futuroO crescimento acelerado da internet e a democratização da tecnologia têm transformado a maneira de fazer negócios e os modelos de gestão das organizações. Mais do que isso, o acesso à tecnologia tem tornado pequenas e médias empresas mais competitivas e aberto diversas oportunidades para o empreendedorismo. Um reflexo direto dessa revolução tecnológica é a recente pesquisa, realizada pela Deloitte e National Venture Capital Associations, que aponta que os setores de Tecnologia da Informação, computação em nuvem, software, novas mídias e redes sociais são os mais atraentes para os investidores internacionais.

Dentro desse novo cenário, a própria indústria de TI tem repensado seu papel, uma vez que a tecnologia deixou de ser apenas mais um item que compõe o negócio para transformar-se em ferramenta essencial às empresas e, em muitos casos, a atividade fim de muitas organizações.

A Dell representa hoje um dos principais exemplos de mudança na postura da indústria de TI. A empresa não só tem investido pesado para oferecer um portfólio robusto de soluções e serviços de TI adequados às mais diversas necessidades das organizações – com base em uma estratégia de aquisições de empresas com alto expertise em mercados específicos – como também desenvolve uma série de iniciativas para estimular startups e garantir o crescimento de pequenos e médios negócios.

Boa parte dessa postura da Dell está relacionada ao próprio DNA da empresa e de seu fundador, Michael Dell. Isso porque a Dell nasceu como uma startup, em 1984, criada por um jovem estudante de Medicina da Universidade do Texas, que usou mil dólares para montar uma pequena fabricante de PCs, voltada a oferecer computadores customizados de acordo com a necessidade de cada cliente. O ineditismo da iniciativa, somado ao espírito empreendedor de Michael Dell, criaram uma das maiores e mais admiradas fornecedoras de soluções de tecnologia do mundo, que hoje atua com ofertas de TI de ponta-a-ponta para os mais diversos perfis de clientes. Mais do que isso, ao longo desses quase 30 anos de história, a empresa tem fomentado a semente do empreendedorismo, mostrando como a tecnologia pode estimular o surgimento de novos negócios ao redor do mundo e ajudá-las a crescer e prosperar.

A Dell atende hoje, diretamente, mais de 10 milhões de pequenas e médias empresas. Porém, o compromisso com o crescimento dessas organizações vai além das soluções comercializadas pela marca. A Dell entende que o seu sucesso está diretamente atrelado ao sucesso de seus clientes e, com base nisso, a empresa não só oferece as tecnologias necessárias para que as organizações consigam diferenciar-se no mercado em que atuam, como desenvolve uma série de ações práticas voltadas a estimular o crescimento das micro, pequenas e médias empresas.

Ciente de que o networking é um dos pilares fundamentais para o sucesso do empreendedorismo, no Brasil e no mundo, a Dell mantém diversas comunidades voltadas a conectar executivos e empreendedores com objetivos comuns. Destaca-se como um grupo criado especificamente para o mercado brasileiro o Confraria Dell, que reúne profissionais de empresas de médio porte com alto potencial de crescimento. Os profissionais das empresas participantes têm acesso a uma série de workshops sobre liderança e gestão, além de participarem de eventos periódicos, nos quais são estimulados a trocar experiências e realizar negócios.

Outra iniciativa mantida pela Dell Brasil é o DWEN (Dell Women´s Entrepreneur Network), composto por mulheres empreendedoras. Essa comunidade se reúne em uma série de eventos ao redor do mundo e em uma comunidade no Linkedin (Women Powering Business Network), e busca promover um espírito colaborativo, para que as participantes troquem experiências, explorem oportunidades internacionais e acessem recursos para o crescimento dos negócios.

Também com esse conceito, a Dell criou no Brasil uma Central de Treinamentos em seu site. Nesta página, é possível ter acesso a cursos online gratuitos, webnars e informações sobre soluções tecnológicas que podem fazer a diferença para o crescimento e o sucesso de seus negócios.

Ainda como parte da estratégia da Dell Brasil para estimular o espírito empreendedor, a empresa atua em uma parceria global com a Endeavor e participa de importantes eventos, como o Day 1, no qual grandes empreendedores compartilham histórias de sucesso e, com isso, inspiram outros empreendedores. Uma iniciativa diretamente relacionada com a postura da Dell, que a partir do exemplo de Michael Dell quer incentivar uma mudança positiva na história e na vida de pessoas e empresas ao redor do mundo.

Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/a-tecnologia-e-o-empreendedorismo/

Inciando em Contábeis

No decorrer da minha vida profissional me deparei com a necessidade de me aperfeiçoar na área contábil para uma melhor prestação de serviços. Como tenho bastante interesse pela área, principalmente por cálculos não exitei em fazer cursos de aperfeiçoamento profissional e iniciar uma graduação em Ciências Contábeis.

Pela minha percepção inicial, como estudante da área, a prestação de serviço contábil requer muita perícia e responsabilidade, assim como qualquer área. Dessa forma irei publicar aqui textos reflexivos sobre o conhecimentos adquiridos na área de forma que não tenho pretensão de ensinar algo sobre o assunto, e sim aprender com pessoas que queiram compartilhar conhecimento e ajudar a enriquecer de informações consistentes minhas reflexões. Principalmente vindo de pessoas peritas na área.

Mas o que Contábeis tem a ver com consultoria em TI? No meu ponto de vista um poderá ser complemento do outro, visto que em nosso país a necessidade de automatização do processo contábil está intimamente ligada com a TI. A seguir procurarei reunir conhecimentos e publicar aqui.

Exposição constante a telas ajuda a ‘secar’ os olhos

Pouco tempo atrás, quando fomos questionados se o uso excessivo de tecnologia fazia mal aos olhos, conversamos com o doutor Paulo Schor, da Escola Paulista de Medicina; na ocasião, ele foi enfático e nos deixou bastante tranquilos…

“Isso é um medo irracional da luz. Porque o que a televisão produz, o que os LEDs da televisão produzem e mesmo o que o raio catódico produzia é luz. Luz visível. E a luz visível não faz mal nenhum pra gente. A natureza dotou a gente de um mecanismo de filtrar as radiações nocivas até certo ponto e aproveitar a radiação boa. A luz é o que faz a gente enxergar e interagir com o mundo. O que é luz não é ruim. O que não é luz visível pode ser ruim. A princípio: o que vem da televisão como luz visível, do cinema e do computador é luz boa. É normal, não faz mal nenhum. Nem ficar muito tempo exposto faz mal pro olho, nem ficar pouco tempo exposto poupa o olho”, afirma o oftalmologista Paulo Schor.
Recentemente, conversamos também com a doutora Ruth Miyuki, do Hospital das Clínicas, e ela também confirmou: luz de nenhum dispositivo – TV, tablet, smartphone ou computador – faz mal à saúde dos olhos. Mas, ainda assim, uma síndrome de olho seco pode, sim, estar relacionada ao uso desses equipamentos.
Primeiro é importante entender: olho seco é um problema de má lubrificação na superfície ocular. Essa má lubrificação pode ser causada por uma lágrima deficiente em quantidade ou qualidade; ou ainda por um aumento excessivo da sua evaporação. Há 20 ou 30 anos, o olho seco estava basicamente relacionado às características individuais da lágrima do indivíduo. Hoje, isso mudou…
“A realidade de hoje requer que a gente tenha uma atenção visual constante porque estamos conectados o tempo todo e a internet vitou parte do cotidiano, no computador, no tablet e no celular. E quando a atenção visual é exigida, a gente instintivamente e involuntariamente pisca menos”, explica Ruth Miyuki, oftalmologista do Hospital das Clínicas.
Quando a gente pisca menos, consequentemente o olho fica mais exposto e aumenta a evaporação da lágrima. Atualmente, segundo a doutora, vivemos cercados de condições que favorecem o surgimento do olho seco.
“A gente vive no ar condicionado e as temperaturas mais altas também dimunem a umidade relativa do ar. Então tudo isso favorece a evaporação da lágrima”.
Ou seja, o olho seco é uma condição multifatorial; mas quando usamos um dispositivo que nos prende a atenção por muito tempo, piscamos menos e aumentamos a chance de sentirmos os sintomas do olho seco.
“Um paciente com olho seco começa a ter dificuldade de visão, que pode ficar embaçada, e ele confunde isso com a necessidade de usa óculos. Os sintomas são variados e não característicos: vão desde sensação de areia no olho, ardência, olho vermelho, coçeira…que também podem ser sintomas de alergia.por isso é difícil de se autodiagnosticar. É natural que ela possa ter um pouquinho de olho seco, mas é fundamental ter um conjunto de achados para caracterizar isso”, completa Ruth Miyuki.
Felizmente o olho seco não é mais uma doença grave como antigamente; hoje é mais uma condição esporádica que pode ser compensada de forma bastante simples: lubrificação. A solução é simples, afinal existem muitos colírios chamados de lágrimas artificiais que servem para melhorar a lubrificação dos olhos. Mas, cuidado, antes de usar qualquer produto, o melhor é sempre passar pela avaliação de um profissional especialista; neste caso, o oftalmologista.
Uma boa hidratação também ajuda: beber bastante água durante o dia, além de matar a sede, hidrata o organismo como um todo – inclusive os olhos. Se a gente pudesse “lembrar” de piscar também seria interessante…
“A gente recomenda o uso moderado, com intervalos regulares de duas a três horas seguidos de descando das atividades. Não adianta parar o trabalho para ver sa mensagens no celular porque você não está resolvendo o problema”, declara Ruth.
No final das contas, ao mesmo tempo em que o uso da tecnologia não é prejudicial à saúde dos olhos, o uso irracional nos leva a piscar menos e prejudica a lubrificação da superfície ocular, podendo trazer os sintomas do olho seco. De qualquer forma, a gente defende: tudo que é em excesso não é legal… varie suas atividades, descanse os olhos e viva saudável.

Publicado em 08/02/2014 no site http://olhardigital.uol.com.br/